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	<title>Blog IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade</title>
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		<title>Marcelo Gleiser – Artigo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 18:24:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo de Marcelo Gleiser sobre o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade e a iniciativa Limpa Brasil Felizmente, o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, evento realizado pela Atitude Brasil nos dias 26 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Artigo de Marcelo Gleiser sobre o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade e a iniciativa Limpa Brasil</strong></p>
<p>Felizmente, o <em>IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade</em>, evento realizado pela Atitude Brasil nos dias 26 e 27 de maio de 2011, marcou os corações e as mentes das diversas pessoas que participaram ativamente dele.</p>
<p>A mesa 3, Integridade Ecológica, tratou do respeito à natureza e dos recursos por ela oferecidos para possibilitar a vida. Os palestrantes discutiram soluções práticas para as necessidades e problemas que enfrentamos na atualidade.</p>
<p>O físico, astrônomo e filósofo Marcelo Gleiser, integrante da Academia Brasileira de Filosofia, participou da mesa, compartilhando suas ideias e opiniões sobre o conceito de desenvolvimento sustentável. Ele ainda dedicou ao evento um artigo na NPR, onde afirma:</p>
<p><strong><em>&#8220;SEMANA PASSADA tive o privilégio de participar do 4º Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade em Belo Horizonte. Mais de 2.000 pessoas lotaram o auditório para ouvir ideias sobre ambiente, educação e o que pode ser feito para mudarmos nossa relação com o planeta&#8221;</em></strong></p>
<p>Em um texto excelente, Gleiser cita os assuntos explorados na mesa Integridade Ecológica de maneira autêntica e natural, citando outros participantes, como Tião Santos e Rainer Nõlvak, resumindo os resultados e transmitido a mensagem a seus leitores.</p>
<p>Confira o artigo &#8220;Do Lixo à Arte: Como Mudar o Mundo&#8221;, de Marcelo Gleiser, no link a seguir:</p>
<p><a href="http://www.npr.org/blogs/13.7/2011/06/01/136822741/from-garbage-to-art-how-to-change-the-world">http://www.npr.org/blogs/13.7/2011/06/01/136822741/from-garbage-to-art-how-to-change-the-world</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Debate: Resíduos Sólidos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 21:19:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; A gestão de resíduos sólidos é uma das questões ambientais mais atuais e complexas: poluição, contaminação do solo, recursos hídricos, animais, plantas, saúde humana; direitos dos catadores, modus operandi da indústria, falta de investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A gestão de resíduos sólidos é uma das questões ambientais mais atuais e complexas: poluição, contaminação do solo, recursos hídricos, animais, plantas, saúde humana; direitos dos catadores, <em>modus operandi </em>da indústria, falta de investimento para coleta de produtos tóxicos, responsabilidade indefinida sobre os resíduos, iniciativas e setor de reciclagem desarticulados, comunidades humanas vivendo nos e dos lixões.</p>
<p>Desde os primórdios de sua primeira revolução, o mundo industrial preocupou-se somente com a primeira fase do ciclo de vida de seus produtos: obtenção de matéria-prima, produção e consumo. E o pós? O volume de lixo doméstico gerado só aumenta, assim como sua complexidade: além dos orgânicos, papéis e derivados de celulose, plásticos, metais e vidros há medicamentos, eletroeletrônicos, óleos, absorventes, embalagens compostas etc. E se os materiais são diferentes, os processos de coleta e reciclagem também o são.</p>
<p><img class="alignleft" title="Aterro " src="http://www.irdeb.ba.gov.br/jornaleducadora/wp-content/uploads/2011/03/residuos-solidos.jpg" alt="" width="290" height="209" /></p>
<p>Tendo em vista a urgência do tema, a campanha<strong> Limpa Brasil Let’s Do It! </strong>tem por objetivo mobilizar a sociedade brasileira na conscientização, viabilização de iniciativas e cobrança aos Poderes Públicos por soluções. Assim como foi realizado com sucesso na Estônia, e replicado mundo afora, este movimento chega ao Brasil com o intuito maior de limpar as cidades e mudar a postura da população frente ao lixo que produzimos.</p>
<p>No Brasil, segundo último estudo do IBGE, aproximadamente 64% dos municípios depositam seus resíduos em lixões a céu aberto e sem nenhum tratamento, sendo que somente 14% possuem aterros sanitários. Coleta seletiva? Quase 8% dos municípios dizem ter. Segundo relatório da ONU sobre gestão de resíduos eletrônicos, o Brasil é o maior produtor <em>per capita </em>entre os países emergentes e já foi apontado por estudo da Coalização do Vale do Silício para Tóxicos como destino certo de remessas ilegais do tóxico lixo tecnológico. Desafios semelhantes são enfrentados por toda a América Latina.</p>
<p>Depois de vergonhosas duas décadas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi finalmente sancionada e estabelece uma série de mecanismos reconhecidos internacionalmente como eficazes na gestão de resíduos sólidos como: metas graduais, estudos periódicos, modelo de responsabilidade compartilhada, linha de financiamento para a reciclagem e melhorias das condições de trabalho dos catadores. Entretanto, falta definir como e quando serão implementadas, estudadas e ajustadas essas ferramentas jurídicas.</p>
<p>O momento político é de busca por definições e propício para o debate de questões que afetam terrivelmente toda a sociedade. Enquanto isso, continuamos sem uma solução clara de como descartar adequadamente seu lixo. A definição de como lidaremos com os resíduos, se como problema ou oportunidade, definirá nosso futuro ambiental. Sem a população informada, sistema de coleta, reciclagem e descarte adequados será um velho disfarçado de novo. De novo?</p>
<p><img class="alignright" title="Reciclagem" src="http://1.bp.blogspot.com/_BE5V7p-bRho/TJzo2SuGhxI/AAAAAAAADbY/iTjffq0kxYw/s1600/reciclagem+LATINHAS.jpg" alt="" width="306" height="204" /></p>
<p>O debate urge e será aberto à participação no<strong> IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade</strong>. Qual gestão de resíduos sólidos teremos? Como serão definidos os deveres na “responsabilidade compartilhada”? Como será a integração com nossos vizinhos latino-americanos? Qual é o plano de resgate para as comunidades humanas que vivem nos lixões? E como as cooperativas de catadores serão integradas no sistema de coleta?</p>
<p><em>A sociedade civil tem de se fazer ouvida. Quer ajudar e não sabe como? Inscreva-se e participe do Limpa Brasil! Tem alguma proposta, solução, crítica, sugestão? Conhece iniciativas, apoia movimentos? Faça públicas suas dúvidas no Debate sobre Resíduos Sólidos no IV Fórum de Comunicação e Sustentabilidade. Pensar globalmente e agir localmente nunca esteve tão acessível</em>.</p>
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		<title>Ações Sustentáveis</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 15:26:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Dia da Terra, a Hora do Planeta e o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade - A busca por ações simples e verdadeiras em nome do desenvolvimento sustentável Desde 1970, o 22 de abril [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Dia da Terra, a Hora do Planeta e o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade - A busca por ações simples e verdadeiras em nome do desenvolvimento sustentável</strong></p>
<p><strong><img class="alignleft" title="A Hora do Planeta" src="http://anonymousradioshow.files.wordpress.com/2008/03/earth-hour.jpg" alt="" width="302" height="199" /><br />
</strong></p>
<p>Desde 1970, o 22 de abril é conhecido e celebrado mundialmente como <strong>Dia da Terra</strong>, marco que foi criado nos Estados Unidos com o intuito de<strong>incentivar ações pelo respeito ao meio ambiente e por um mundo mais saudável</strong>, sem a existência de indústrias poluidoras ou lixo tóxico. Esse grande movimento mobilizou 20 milhões de norte-americanos na década de 70 e conta com um número ainda maior de seguidores no século XXI. Ano após ano, o Dia da Terra conquista cidadãos e os transforma em participantes ativos, tendo alcançado cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo em 41 anos.</p>
<p>Críticas em relação à iniciativa a acusam de não cumprir seu propósito original. Segundo elas, empresas e publicitários encontraram seus próprios modos de utilizar o Dia da Terra como plataforma de vendas, pois pode ser usado como um disfarce ambientalmente responsável, uma ferramenta para maximizar lucros. Atualmente, grandes empresários buscam meios para inserir seus negócios na comunidade verde, que é uma tendência em todos os setores, mas a economia e os lucros permanecem como os fatores principais na maior parte das grandes decisões. A verdadeira questão, entretanto, é que poucos realmente se importam em “pensar verde” nos outros 364 dias do ano.</p>
<p>Neste ano, o Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, que acontecerá nos dias 26 e 27 de maio, em Belo Horizonte, terá diversos palestrantes discutindo <strong>ações práticas e cotidianas para a sustentabilidade, reconhecendo a importância de informar os cidadãos sobre maneiras simples e fáceis de agir responsavelmente</strong>.</p>
<p>Um exemplo simples e construtivo da indiscutível relevância do engajamento social em causas ambientais é a <strong>Hora do Planeta 2011</strong>, que foi um grande sucesso. Em 2007, quando aconteceu pela primeira vez, 2,2 milhões de pessoas desligaram suas luzes por uma hora com o intuito de demonstrar seu posicionamento em relação ao descaso com o meio ambiente, um acontecimento inédito. Em apenas quatro anos, a rede mundial alavancou o movimento, provando que o<strong> necessário para a salvação do Planeta Terra é apenas a vontade de todos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Injustiça Climática</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 15:08:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mudanças Climáticas, Pobreza e Injustiça Climática Em todo o planeta, as pessoas mais pobres são sempre as primeiras e as mais afetadas pelas mudanças climáticas e suas consequências. Tal fato é denominado “Injustiça Climática”, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mudanças Climáticas, Pobreza e Injustiça Climática</strong></p>
<p>Em todo o planeta, as pessoas mais pobres são sempre as primeiras e as mais afetadas pelas mudanças climáticas e suas consequências. Tal fato é denominado “Injustiça Climática”, pois afeta uma porção da sociedade cuja responsabilidade sobre esse fenômeno é mínima. Pessoas que vivem em situação de extrema pobreza não possuem os recursos necessários para garantir sua segurança e bem-estar, e, por esse motivo, sofrem mais com as consequênciasdas mudanças climáticas. A busca mundial pela erradicação da miséria não pode deixar delevar em conta as mudanças climáticas e os efeitos que as mesmas exercem sobre a parcela da sociedade que vive nessa condição. O mesmo vale para a luta contra as mudanças climáticas, que deve considerar, em especial, a população pobre, que ainda é a mais prejudicada porfenômenos relacionados ao descaso histórico com o meio ambiente. Elevar o bem-estar daspessoas pobres e oferecer a elas a possibilidade de resistir às condições ambientais do mundoatual é uma obrigação de governos, empresas e da própria sociedade civil.</p>
<p>Em diversos países, há um grande número de cidadãos que dependem, para sobreviver, de atividades sensíveis ao clima, como a agricultura. Para ganhar dinheiro, alimentar suas família se ter a capacidade de crescer em sua área de atuação econômica, essas pessoas estão sujeitas ao rendimento de suas colheitas. Sem suas terras, portanto, não teriam nada. Deslizamentos, longos períodos de chuva ou seca e outros fenômenos resultantes do quadro de mudanças climáticas que já se manifesta intensamente nos dias atuais expõem essas pessoas a diversos riscos, como a fome e a possibilidade de ficarem desabrigadas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Outdoor da WWF mostra gravidade do problema do aquecimento global e suas consequências, como o derretimento das calotas polares e o consequente aumento do nível dos oceanos." src="http://www.paper-plane.fr/wp-content/uploads/2010/06/Utilisation-uses-sun-soleil-communication-ad-marketing-ambient-alternatif-guerilla-street-outdoor-billboard-McDonalds-Sunsilk-Eos-VW-SunChips-Garnier-ombre-rayons-lumi%C3%A8re-WWF-Pond-Alan-Wake-cadran-solaire-12-600x591.jpg" alt="" width="468" height="462" /></p>
<p>A Injustiça Climática precisa ser uma preocupação de todos. É preciso admitir a gravidade desse problema e enfrentá-lo, buscando a concepção de soluções globais. Todos os países precisam reduzir a emissão de poluentes, e isso não é uma novidade. Na Conferência de Cancun, em 2010, a Organização Mundial de Meteorologia anunciou que a última década(2000-2010) foi a mais quente de que se tem registro. Felizmente, as florestas tropicais ainda absorvem 15% das emissões anuais de gás carbônico (CO2). Mas o desmatamento impede o funcionamento correto desse sistema, pois devolve o carbono à atmosfera. A necessidade de parar com essa atividade é inquestionável, posto que as florestas são fundamentais à sobrevivência da humanidade. Direcionar tempo e recursos a interromper o desmatamento em escala mundial é um exemplo de ação necessária ao bem estar da economia e das gerações presentes e futuras. O mesmo vale para a questão dos resíduos sólidos, frequentemente negligenciada apesar de sua influência inquestionável no cotidiano de toda a humanidade.</p>
<p>Todos vivemos no mesmo planeta e com os recursos que ele nos oferece, de modo que precisamos começar a agir imediatamente, ajudando uns aos outros e usando o que nos é dado de maneira sábia e respeitosa.</p>
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		<title>Carta da Terra</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 18:33:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pedra Fundamental do Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade Assim como todos os anos, o IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade será, em 2011, baseado nos princípios da Carta da Terra. Eles orientam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Pedra Fundamental do Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade<br />
</strong><br />
Assim como todos os anos, o <strong>IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade</strong> será, em 2011, baseado nos princípios da Carta da Terra. Eles orientam a organização e os palestrantes do Fórum, e também oferecem unidade e solidez ao evento.</p>
<p><em>Respeitar e Cuidar da Comunidade da Vida</em>. O primeiro princípio aborda o reconhecimento da responsabilidade compartilhada em relação à Terra e a nossos irmãos e irmãs na sociedade. O tema que orienta o Fórum neste ano, “O Futuro da Educação e a Educação do Futuro”, está inteiramente relacionado à questão do respeito ao próximo, ao planeta e a nós mesmos. Medidas práticas para que todos possam agir de forma mais responsável social e ambientalmente serão discutidas ao longo do evento.</p>
<p>O segundo princípio, <em>Integridade Ecológica,</em> marca o respeito pela natureza e também a alegria e as ferramentas de sobrevivência que ela nos oferece, descompromissadamente. Para assegurar o funcionamento desse sistema, precisamos atuar de maneira plenamente responsável, em nome do bem-estar das gerações presentes e futuras. Todos os membros da sociedade precisam ensinar uns aos outros, especialmente aos mais jovens, como agir de forma sustentável.</p>
<p><em>Justiça Social e Econômica,</em> o terceiro princípio da Carta da Terra, deve funcionar como a base de cada ação. Erradicar a pobreza, assegurar o desenvolvimento internacional em cada área da sociedade e da natureza, promover a igualdade e incentivar a educação adequada de todos os seres humanos – o compromisso com esses aspectos define os fortes alicerces sobre os quais deve ser construído o planeta do futuro.</p>
<p>O quarto princípio, <em>Democracia, Não-Violência e Paz</em>, representa questões centrais como igualdade educacional. No Fórum, diversas experiências e ideias serão discutidas na tentativa de encontrar soluções para as questões que envolvem a educação e as futuras gerações.</p>
<p>A Carta da Terra é capaz de promover grande impacto em nossas vidas, e acreditamos fortemente na relevância de seus princípios para toda a humanidade. Por esse motivo, as palestras e debates do Fórum são integradas aos princípios apresentados, com o intuito de sistematizar o evento e garantir o sucesso e a eficiência das trocas de conhecimento. Os seres humanos encontram-se profundamente conectados entre si e com o imenso universo que nos cerca, e a Carta da Terra expressa essa relação de maneira simples e verdadeira, de modo que não haveria outro documento de maior credibilidade para servir como pedra fundamental do Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Educação do Futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:21:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reinserir na sociedade estruturas morais e princípios perdidos ao longo de sua modernização, especialmente no que se refere à construção da família, é uma responsabilidade das plataformas de educação do futuro. A criação de novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reinserir na sociedade estruturas morais e princípios perdidos ao longo de sua modernização, especialmente no que se refere à construção da família, é uma responsabilidade das plataformas de educação do futuro.  A criação de novos processos de ensino, capazes de aliar os conteúdos tradicionais – como a matemática, a história, a gramática e a física – às diversas formas de expressão cultural e corporal – como a literatura, a dança, a música, a interpretação, as artes plásticas e o esporte –, é uma solução para a formação de seres humanos completos, capazes de identificar e aproveitar oportunidades respeitando o próximo e o ambiente coletivo.</p>
<p>A “Educação do Futuro” é um conceito ideal, uma formatação de um dos processos mais importantes da vida das gerações presentes e futuras. Requer cuidado e enorme dedicação por parte de diversos grupos da sociedade, que influenciam o ensino diretamente ou que são dependentes da qualidade do mesmo, exigindo soluções que permitam maior eficácia. Para pensá-la, é preciso ir além dos métodos conhecidos atualmente, levando em consideração os problemas e necessidades do presente e do futuro da humanidade.</p>
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		<title>O Futuro da Educação</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 19:34:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Frente às inovações tecnológicas, especialmente na área da telecomunicação, e à quantidade exorbitante de informação que circunda o ser humano do Século XXI, é preciso estruturar uma nova forma de educar crianças e jovens, capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frente às inovações tecnológicas, especialmente na área da telecomunicação, e à quantidade exorbitante de informação que circunda o ser humano do Século XXI, é preciso estruturar uma nova forma de educar crianças e jovens, capaz de habilitá-los para a construção do futuro. Um país como o Brasil, que possui grande atuação internacional e acredita no valor e na capacidade de sua população, precisa estruturar políticas públicas para a real melhoria da educação. Enquanto crianças e jovens se adaptam facilmente ao mundo digital, métodos de ensino analógicos tornam o ambiente escolar desinteressante e atrasado em relação ao mundo diverso e repleto de possibilidades oferecido pelos novos mecanismos de comunicação. Na busca pela adequação às novas gerações e às tecnologias sobre as quais elas se sustentam, modelos e processos adotados em sala de aula – muitos dos quais se definiram em meio a configurações sociais completamente distintas das atuais – terão que ser revistos.</p>
<p>O “Futuro da Educação” é uma questão extremamente concreta, voltada para o cotidiano das instituições de ensino e para o efeito das mesmas na formação de indivíduos completos. Levá-la a sério é uma obrigação inquestionável de todos nós, devido a sua influência direta na constituição do aspecto <strong>humano</strong> de toda e qualquer comunidade.</p>
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